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Dança de dervishes, o Museu do Mevlana e um dia de passeio em Konya

Dança de dervishes, o Museu do Mevlana e um dia de passeio em Konya

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Passeio em Konya (Full day)

Confira o nosso passeio em Konya – uma cidade milenar rica em arquitetura e cultura muçulmana:

Conheça o destino

Konya é uma cidade da Turquia situada na região da Anatólia Central, capital da área metropolitana e da província de Cônia, a maior do país em superfície. A população do conjunto dos distritos urbanos é de aproximadamente 1 milhão de habitantes. A região se destaca por ser um importante centro de peregrinação religiosa para muçulmanos, conhecido em particular pelo poeta e filósofo Mevlana Celaleddin Rumi, que fundou a seita sufi dos Dervixes Rodopiantes no século XIII.

Itinerário

Após café da manhã, iremos buscá-lo em seu hotel em Konya por volta das 9h30. Em seguida, vamos visitar o magnífico Dervish Gate (Dervisan Kapsi), passando pelo o jardim das rosas e o mausoléu do poeta Mevlana Celaleddin.

Em seguida, iremos continuar descobrindo detalhes da vida cotidiana dos Dervixes Surfis. Nós vamos visitar o Museu da Medrasa de Karatay (Karatay Medresesi), já foi uma universidade, mas hoje é uma das principais atrações turísticas de Konya. As paredes do local são revestidas com cerâmica do estilo Selchuklular, gerando um efeito espetacular. Também iremos passar pelo Museu das Esculturas (Ince Minareli Medrese), o parque Alaeddin Tepe organizado no local das antigas cidadelas, as ruínas do Palácio Alaadin Kaykobad, a imponente mesquita Alaadin Camii (uma das mais antigas do mundo, construída no século XIII) e a Mesquita Aziziye, com seus ornamentos em estilo barroco e dois minaretes em estilo rococó.

Iremos fazer uma visita ao museu dedicado a eles, passando pelo magnífico Dervish Gate (Dervisan Kapsi), entrando no jardim de rosas e encontrando o mausoléu do poeta no final do beco. Iremos permitir ainda que você aproveite seu tempo livre para explorar as ruas da cidade individualmente.

Na reta final do tour, iremos conhecer o bazar da cidade, onde se encontram lojas e restaurantes que oferecem comidas com sabores fantásticos da região. Nós recomendamos que experimente a sopa de quiabo recheada com flor de abobrinha e ainda o arroz de Bulgur.

Ao término do passeio, iremos deixá-lo em seu hotel reservado.

Iremos fazer uma visita ao museu dedicado a eles, passando pelo magnífico Dervish Gate (Dervisan Kapsi), entrando no jardim de rosas e encontrando o mausoléu do poeta no final do beco. Iremos permitir ainda que você aproveite seu tempo livre para explorar as ruas da cidade individualmente.

Descubra em nosso guia os detalhes da vida cotidiana dos dervixes sufis. Em Konya, existem muitos medres, escolas teológicas cujos edifícios magníficos merecem nossa atenção. O Museu da Medrasa de Karatay (Karatay Medresesi), que já foi uma universidade, e hoje uma das principais atrações turísticas de Konya.

As paredes são revestidas com cerâmica bonita do estilo Selchuklular. Também descobrimos o Museu de Escultura (Ince Minareli Medrese), o parque Alaeddin Tepe organizado no local das antigas cidadelas, as ruínas do Palácio Alaadin Kaykobad e a imponente mesquita Alaadin Camii, uma das mais antigas do mundo, construída no século XIII após uma tradição árabe, cofre de madeira suportado por 42 colunas antigas.

A Mesquita Aziziye, com seus ornamentos em estilo barroco e dois minaretes em estilo rococó, faz uma nota discordante no mundo muçulmano, sendo uma atração incomparável para os raros e raros.

Ainda neste dia iremos conhecer o bazar da cidade, onde tem sabores fantásticos que pertencem para essa região do interior.

Recomendamos você experimentar a sopa de quiabo, e recheado de flor de abobrinha e ainda o arroz de BULGUR.

Final do dia, iremos deixar você no seu hotel.



Vamos falar sobre Museu do Mevlana, grande teólogo e filósofo islâmico que considerado como fundador da tendência de sufismo islámica.

Vamos mostrar o museu e informar sobre as peças que estão expostas neste local.

Vamos contar resumo da vida do grande mestre Mevlana que conhecido pelas suas poetas com o nome de RUMI. Também iremos citar um pouco de ensinamentos dele. Aguardamos vocês nesta sexta-feira como acostumado às 19:30. Basta você clicar este link na hora de evento.

Rumi ou Mevlana, (30 de setembro de 1207 — 17 de dezembro de 1273), foi um poeta, jurista e teólogo sufi persa do século XIII.

Essas datas são importantes porque tem uma invasão de mongóis. Os clãs mongóis uniram-se sob a liderança de Genghis Khan, no início do século XIII.

Começando com apenas cerca de 25.000 guerreiros, adicionou forças unindo nômades e atacando a parte norte da China em 1211. Tomou Pequim em 1215 após uma campanha que custou cerca de 30 milhões de vidas chinesas. Os mongóis então viraram para o oeste, capturando Bukhara, cidade comercial na Rota da Seda em 1220. A cidade foi transformada em ruínas fumegantes, e todos os seus habitantes, mortos.



Curiosidade! 

Dia 17, é comemorado o aniversário da morte de Rumi – um poeta cuja reputação não resume toda sua grandeza e impacto cultural. ⠀

Dono de uma sabedoria única, seus poemas são, até hoje, traduzidos para todas as línguas e populares no mundo todo. Seu legado nos ajuda a entender como o amor pode transformar as pessoas a serem melhores na vida – independente de fronteiras ou religião.⠀

Para Rumi, amor verdadeiro significava amor por seu Deus, e a morte era o dia em que ele se uniria ao divino, por isso que o aniversário de sua morte é conhecido não como um dia de luto, mas como um dia de celebração.De origem persa, mas com grande parte de sua vida em Anatólia, além de escrever alguns dos versos mais belos já vistos, foi também um dos mestres sufis mais conhecidos da história.⠀

Aos que não sabem, sufi é o praticante de sufismo – os famosos movimentos em busca do êxtase divino. Essa dança já existia há pelo menos , quatro séculos antes de Rumi existir, porém foi após sua morte que seus seguidores mais fieis, a ordem Mevlevi, criaram o famoso giro Dervish, um ritual de devoção que acabou se tornando uma marca registrada e conhecida no mundo todo.

Girando ao redor do seu próprio ego, a pessoa começa largar tudo que material. Enfim para decolar a gente tem que se livrar de nossos pertencentes.



Hulagu, neto de Genghis Khan, exterminou os “assassinos” muçulmanos e tomou a capital islâmica, Bagdá em 1258. A maioria dos 100.000 habitantes foram mortos. Em 1260 um exército Muçulmano de Mamelucos Egípcios derrotou os mongóis onde hoje é Israel, terminando com a ameaça mongol contra o Islã e suas cidades sagradas.

Seu nome significa literalmente “Majestade da Religião”; Jalal significa “majestade” e Din significa “religião”.

Rumi é, também, um nome descritivo cujo significado é “o romano”, pois ele viveu grande parte da sua vida na Anatólia, que era parte do Império Bizantino dois séculos antes.

Ele nasceu na então província persa de Bactro atualmente no Afeganistão. A região estava, nessa época, sob a esfera de influência da região de Coração e era parte do Império Corásmio.

Viveu a maior parte de sua vida sob o Sultanato de Rum, no que é hoje a Turquia, onde produziu a maior parte de seus trabalhos[4] e morreu em 1273 CE. Foi enterrado em Cônia e seu túmulo tornou-se um lugar de peregrinação.

Após sua morte, seus seguidores e seu filho Sultan Walad fundaram a Ordem Sufi Mawlawīyah, também conhecida como ordem dos dervishes girantes, famosos por sua dança sufi conhecida como cerimônia sema.

Os trabalhos de Rumi foram escritos em novo persa. Uma renascença literária persa (século VIII/IX) começou nas regiões de Sistão, Coração e Transoxiana[5] e por volta do século X/XI, ela substituiu o árabe como língua literária e cultural no mundo islâmico persa. Embora os trabalhos de Rumi houvessem sido escritos em persa, a importância de Rumi transcendeu fronteiras étnicas e nacionais.

Seus trabalhos originais são extensamente lidos em sua língua original em toda a região de fala persa. Traduções de seus trabalhos são bastante populares no sul da Ásia, em turco, árabe e nos países ocidentais. Sua poesia também tem influenciado a literatura persa bem como a literatura em urdu, bengali, árabe e turco.

Seus poemas foram extensivamente traduzidos em várias das línguas do mundo e transpostos em vários formatos; A BBC o descreveu como o “poeta mais popular na América”.

Ele foi um contemporâneo mais jovem de Ibn Arabi e mais conhecido do que ele, apesar de ter escrito uma quantidade menor de obras, com pensamentos similares da poética da unicidade de Deus e do sufismo, mas não há evidências de que houve influenciação entre os dois pensadores.

Para compreender Mevlana, é preciso falar sobre a filosofia do Sufismo. De outra forma, as suas ideias não poderão ser compreendidas na sua plenitude. O tema principal e a mensagem que nos é trazida pelos pensamentos e trabalhos de Mevlana, é o amor sentido por Alá e por todas as criaturas criadas por Alá.

Por esta razão, a entidade básica sobre a qual Mevlana colocou ênfase e sobre a qual formou a base dos seus pensamentos, é Alá. O foco da filosofia de Mevlana são os seres humanos e o seu objetivo era “amadurecer os seres humanos”. Dito por outras palavras, Mevlana queria ajudar os seres humanos a “transformarem-se em pessoas face ao amor divino, purificados de desejos terrenos”.

A filosofia de sufismo pode ser resumida em comer menos, falar menos, dormir menos, não cair atos de indulgência, suportar os tormentos das outras pessoas, manter-se afastado das pessoas más e estar na companhia de boas pessoas.

A felicidade dos seres humanos é possível se vivermos uma vida modesta, vivendo de forma simples, sendo amigos das pessoas e dando graças pelo que temos.

É esta a filosofia básica de vida que nos foi proposta por Mevlana.

Mevlana resumiu a sua vida nesta frase: “Eu era imaturo, sofri e amadureci”. Estas palavras falam de renascimento e da própria existência.

Segundo Mevlana, enquanto o espírito dos seres humanos vive livre e feliz antes de entrar neste mundo, os espíritos tornam-se escravos dos corpos quando entramos neste mundo. Rumi acreditava que este espírito se encontraria com o seu amado, ou o seu Criador, quando abandona o corpo após a morte deste.

Por isso, a morte não é algo que deva ser temido, pois este é o momento do encontro entre o espírito e Alá. A morte do corpo representa a vida eterna do espírito, ou por outras palavras, a imortalidade.

Por este motivo, chama ao dia da sua morte o “Dia do casamento” ou “Seb-i Arus” – que significa o momento do encontro com o Criador. Mevlana implorou aos seus amigos que não ficassem tristes após a sua morte.

Quando falamos sobre Mevleviyeh, temos obrigatoriamente que falar sobre a “Cerimónia Sama”, um dos elementos mais importantes da Mevleviyeh, e que é também a expressão simbólica original da doutrina de Mevlana.

Isto porque a “Sama” é vista pela Mevleviyeh como uma forma de alcançar a Deus, estar com Ele e chegar à verdade divina. Sama pode ser descrita como um passo no caminho do amor universal, uma dança de adoração que inclui a oração e a cerimónia. Para Mevlana, não existe um local próprio, uma data ou regras para a Sama.

Mevlana executava a Sama em todos os momentos em que ele se emocionava e desmaiava com o amor que sentida por Alá. Ele sentia-o em todas as células do seu corpo e nunca o tirou do seu coração.

A Cerimónia Sama Mevlevi, foi considerada em 2 005 uma obra prima não-concreta e património oral da humanidade pela UNESCO, pelo facto de criar consciência direta sobre os valores da herança cultural.

Quem é Rumi e o que é o sufismo?

Relação de Rumi com a poesia, a dança e a música

Encontro dos mares: Mestre Shams de Tabrīzī e Rumi (1244 )

Rumi tinha sido um mero erudito e teólogo muçulmano até ele conhecer Shams, que o apresentou aos ensinamentos místicos.

Sema o giro dos astros, um concerto mistico

Após a morte de Mawlānā em 1273, o filho de Mawlānā, Sulṭān Walad, adou a prática mística envolvendo musicas e danças com movimentos extáticos, mas essas práticas se tornaram de importância central para a ordem Mawlawī. O giro extático feito tão frequentemente por Mawlānā durante os “concertos místicos” [samāa].

Local do museo de Mevlana é Konia. O que e o giro dervihe, sua música e seus movimentos. A ordem sufi Mevlevi

Durante o tempo do Mawlana, alguns dizíam o que quer que venha à boca e insultavam o Rumi.

Um dia ele recebeu uma carta humilhando ele dizendo assim”você até abraça os cristãos, se reúne com os judeus, até os que cometem pecados, você alcança a mão bêbada, fazendo isso, você apaga a honra do Islã por isto, quebra a imagem da religião” e ainda com mais de uma dúzia de insultos.

Mevlana abre e lê a carta e, com um sorriso, vira o verso do papel e escreve uma única frase e a envia de volta.

Mawlana nessa única frase disse ”Você também vem, eu abro meu coração para você também.”

Durante a vida de Mawlana, algumas pessoas diziam o que viesse à boca para insultar Rumi. Um dia ele recebeu uma carta humilhando-o.

Nesta carta haviam insultos e críticas : ”você abraça os cristãos, se reúne com judeus, está junto com quem comete pecados, você da a mão aos bebados. Isto tudo é ruim para a honra do Islã, distorce a imagem da religião”.

Mevlana leu a carta com um sorriso, trocou em verso e escreveu: Venha você também. Estou abrindo meu coração para você também!



Texto escrito por Guilherme Góes

Cultura turca: conheça a cerimônia dos dervixes

A tradicional dança realizada por adeptos da seita sufi é considerada como um patrimônio da humanidade. Atualmente, a apresentação pode ser vista em diversos locais da Turquia. Confira nosso post sobre e saiba como podemos ajudá-lo a assistir o espetáculo do dervixes rodopiantes:

História dos dervixes e Mevlevi: um breve resumo

A seita Mevlevi é uma ramificação do islamismo sufi, e foi originado para os ensiamentos do grande pensador Mevlana Jelaleddin Rumi que viveu seus últimos anos na cidade de Conia, atualmente chamado de Konya que fica localizado na região central da Turquia.

Sua principal crença é encontrar a “força superior” através em rituais de meditação, orações, danças e a música, assim entrando em conexão direta com Alá (o Deus dos islâmicos). Posteriormente, a seita e seus adeptos se espalharam gradualmente por todo o Império Otomano e até o mundo fora da dinastia.

Como resultado das políticas de escolarização do governo turco durante o início da república, todos os mevlevihane (centro de reuniões dos adeptos) foram fechados em 1925. No entanto, o governo turco voltou a permitir apresentações na década de 1950, porém, com diversas limitações de interação dos artistas com o público. Felizmente, as restrições começaram a ser abrandadas na década de 1990. Hoje, pode ser encontrado por todo o país e em muitas comunidades turcas em todo o mundo, mas os centros mais ativos e famosos da ordem estão em Cônia, Capadócia e Istambul.

Cerimônia

Os dervixes são famosos por suas danças rodopiantes. Seguindo um treinamento rígido de várias horas, os adeptos da seita começam a girar em seus pés esquerdos em curtas torções, usando o pé direito para dirigir seus corpos ao redor do pé esquerdo. Para que a dança possa ser executada com destreza, o corpo do dançarino deve ser flexível. 

A dança representa uma integração com o movimento universal. Giro é demonstração da vida ao redor do seu principal ponto central. Este ponto central é Allah, que é o criador de tudo.

Em suas cerimônias de dança, um repertório musical específico chamado ayin é tocado. Baseado em quatro seções de composições vocais e instrumentais, é executado por pelo menos um cantor, um flautista (que recebe o nome de neyzen), um baterista e um tocador de pratos. Os dançarinos recebem 1.001 dias de treinamento recluso dentro das instituições da seita, onde aprendiam sobre ética, códigos de comportamento e crenças praticando orações, música religiosa, poesia e dança.

Onde conferir a dança?

Em Istambul, é possível conferir a apresentação em uma sala da estação de trem de Sirkeci. Outro lugar em que há apresentações é o centro cultural Hodjapasha.

Já em Cônia, o Museu Mevlan sedia o Festival Mevlana, realizado em dezembro de cada ano.

Como Guia na Turquia poderia me ajudar a conhecer a dança dos dervixes rodopiantes?

Participando de nossos pacotes, você terá a chance de conferir uma das apresentações da tradicional seita islâmica em Istambul ou na Capadócia. Porque em uma das noites da Capadócia, a gente oferece para nossos passageiros opcionalmente show de danças folclóricas da Turquia. Neste show, há um pequeno trecho deste ritual. Caso o passageiro queira assistir um show mais verídico, temos que levar eles para outro lugar mais específico.

Inclusive na Capadócia há lugares que organizam esta apresentação com mais originalidade. Mas temos que ver os dias e horários para nossos passageiros conforme interesse e disponibilidade. 

Além disso, podemos levá-lo para conferir a apresentação de forma totalmente privada e exclusiva.

Igualmente, nós fornecemos pacotes com todos os serviços necessários para sua viagem no país, entre eles: hospedagem, emissão de bilhetes aéreos, transfer, intérpretes, guias privados em portugues e muito mais.

Para reservas, dúvidas e mais informações, entre em contato:

E-mail: turquiaguia@gmail.com

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Sra. Jéssica: +55 11 96042–9034

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www.guianaturquia.com

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