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Um dos museus mais impressionantes do mundo: Palácio de Topkapı em Istambul

Um dos museus mais impressionantes do mundo: Palácio de Topkapı em Istambul

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Turismo na Turquia: Guia definitivo sobre o Palácio de Topkapi

Topkapi é um dos museus mais coloridos da terra. O local já entregou diversas histórias ao mundo — mais do que qualquer outro museu que já tenha existido. Uma visita aos opulentos pavilhões do palácio oferece aos visitantes uma visão fascinante das vidas dos antigos imperadores otomanos. Confira o nosso post detalhado sobre essa imperdível atração em Istambul:

História

Mehmet, o Conquistador, começou a construir o edifício alguns anos após a Conquista de Constantinopla, em 1453, e viveu aqui até sua morte, em 1481.

No início, o nome do palácio era Saray-i Cedid-i Amire, (em portuguêsnovo palácio imperial), e assim permaneceu até o século XVIII. Esse título foi dado para distingui-lo do Palácio Antigo (em turco: Eski Saray ou Sarây-ı Atîk-i Âmire), que estava localizado na Praça Beyazıt. O edifício recebeu seu nome atual durante o reinado de Mahmud I. Em turco, Topkapi significa “Portão do Canhão”.

O complexo se expandiu ao longo dos séculos, com grandes reformas após o terremoto de 1509 e o incêndio de 1665. Após o século XVII, Topkapi gradualmente perdeu sua importância. Os sultões daquele período preferiam passar mais tempo em seus novos palácios ao longo do Bósforo. Em 1856, o sultão Abdulmejid I decidiu transferir a corte para o recém-construído Palácio Dolmabahçe. Topkapi manteve algumas de suas funções, incluindo o tesouro imperial, biblioteca e casa da moeda.

Foi inaugurado como museu em 1924, um ano após o estabelecimento da República da Turquia.

Atualmente, o Ministério da Cultura e Turismo da Turquia administra o complexo e suas centenas de quartos e câmaras. Entre as suas atraçoes, apenas as importantes são acessíveis ao público em 2020, incluindo o Harém Imperial Otomano e o tesouro, chamado hazine, onde o Diamante do Spoonmaker e a Adaga Topkapi estão em exibição. A coleção do museu também inclui roupas otomanas, armas, armaduras, miniaturas, relíquias religiosas e manuscritos iluminados, como o manuscrito de Topkapi. Oficiais do ministério, bem como guardas armados do exército turco guardam o complexo. O Palácio de Topkapi faz parte das Áreas Históricas de Istambul, um grupo de locais que a UNESCO reconheceu como Patrimônio Mundial em 1985.

Arquitetura

A arquitetura original do palácio, que consistia em quatro pátios consecutivos cercados por muros altos, permanece até os dias atuais. Cada pátio servia a propósitos diferentes e era separado por um portão que restringia a entrada de visitantes, sendo o terceiro e o quarto pátio os mais privados da obra. Os edifícios remanescentes eram baixos, com estruturas de um a dois andares que mudaram de função ao longo dos séculos, de modo que alguns edifícios, particularmente no harém, nem sempre são claros em sua finalidade.

Palácios nos tempos atuais

Atualmente, o Museu do Palácio de Topkapı (em turco: Topkapı Sarayı Müzesi) exibe as coleções imperiais do Império Otomano e mantém uma extensa coleção de livros e manuscritos em sua biblioteca.

Primeiro pátio

A rua principal que leva ao palácio é a avenida bizantina Mese, hoje conhecida como Divan Yolu (em portugues, rua do conselho). Esta via foi usada para procissões imperiais durante a era bizantina e otomana.

O Portão Imperial é a entrada principal para o Primeiro Pátio. Este enorme portão, originalmente datado de 1478, agora é coberto com mármore do século XIX. Seu arco central leva a uma passagem em cúpula alta, e caligrafias otomanas douradas adornam a estrutura no topo, com versos do Alcorão e tughras dos sultões.

Segundo documentos antigos, existia um apartamento de madeira por cima da zona do portão até a segunda metade do século XIX. Foi utilizado como pavilhão por Mehmed, como depositário das propriedades dos que morreram no palácio sem herdeiros e como entidade receptora do tesouro. Também foi usado como um ponto de observação para as damas do harém em ocasiões especiais.

Logo após passar pelo Portão Imperial, o visitante irá entrar no primeiro pátio — conhecido como “Pátio dos Janízaros” ou “Pátio de Desfile”. Já no lado esquerdo, está a igreja bizantina de Hagia Irene, mais conhecida como Aya İrini.

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Harem

A entrada do Harém fica abaixo da “Torre de Justiça”, ao oeste do segundo pátio. Para visitar essa parte do palácio, é necessário comprar um ingresso exclusivo.

Segundo a crença popular, o Harém era um lugar onde o sultão podia se envolver em devassidão à vontade. Na realidade mais prosaica, esses eram os aposentos da família imperial. A palavra ‘harém’ significa literalmente ‘proibido’ ou ‘privado’.

Os sultões sustentavam até 300 concubinas no Harém, embora o número fosse geralmente menor. Ao entrar no Harém, as meninas seriam educadas no Islã e na cultura e língua turca, bem como nas artes da maquiagem, vestimenta, comportamento, música, leitura, escrita, bordado e dança.

Segundo a crença, o sultão era autorizado pela lei islâmica a ter quatro esposas legítimas, que recebiam o título de kadın (esposa). Se uma esposa lhe dava um filho, era chamada de sultão haseki; se ela lhe deu uma filha, haseki kadın.

Os primeiros dos 300 quartos estranhos no Harém foram construídos durante o reinado de Murat III (r 1574–1595); os haréns dos sultões anteriores estavam no agora demolido Eski Sarayı (Palácio Antigo), perto do atual Beyazıt Meydanı.

O complexo do Harém possui diversas salas, mas apenas uma delas pode ser visitada.

Segundo pátio

O Portão do Meio (em turco: Ortakapı ou Bab-üs Selam) leva ao segundo pátio do palácio, que era usado para administrar o império. Durante o período otomano, apenas o sultão e a sua mãe podiam passar por esse portão a cavalo. Todos os outros, incluindo o grão-vizir, deviam ir a pé.

O segundo pátio conta com um belo cenário semelhante a um parque. Ao contrário dos palácios europeus típicos, que apresentam um grande edifício com jardins periféricos, o Topkapı reúne uma série de pavilhões, cozinhas, quartéis, câmaras de audiência, quiosques e quartos de dormir construídos em torno de um recinto central.

As grandes cozinhas do palácio encontram-se à direita (leste), e abrigam uma pequena porção da vasta coleção de porcelana chinesa dos antigos imperadores, que valorizaram a sua beleza, mas também porque, segundo boatos, essas louças mudavam de cor se tocada por comida envenenada.

Além disso, no lado esquerdo (oeste) do pátio, está a ornamentada Câmara do Conselho Imperial (Dîvân-ı Hümâyûn). Neste local, os líderes se reuniam para discutir questões de estado. Já a sala à direita exibe relógios da coleção do palácio.

Ao norte da Câmara do Conselho Imperial fica o Tesouro Externo, onde uma coleção impressionante de armas e armaduras otomanas e europeias é exibida.

Terceiro pátio

O terceiro pátio é acessado pelo “Portão da Felicidade”. Domínio privado do sultão, era administrado e vigiado por eunucos brancos. No seu interior, encontra-se a Câmara de Audiências, construída no século XVI, mas que foi remodelada no século XVIII.

Segundo relatos, naquela época, funcionários importantes e embaixadores estrangeiros foram trazidos a este pequeno quiosque para conduzir os altos negócios do estado.

O sultão, sentado em um enorme divã, inspecionava os presentes e ofertas dos embaixadores enquanto eles passavam pela porta à esquerda. Logo atrás da Câmara de Audiências está a bela Biblioteca de Ahmet III, construída em 1719.

No extremo leste do Terceiro pátio encontra-se o Dormitório das Forças Expedicionárias, que foi fechado para restauração durante uma época de pesquisas.

Do outro lado do Terceiro pátio está a Sala Sagradaa do Guarda. Esse local abriga quartos, suntuosamente decorados com azulejos İznik, com muitas relíquias do Profeta Maomé.

Quando os sultões viviam aqui, os quartos eram abertos apenas uma vez ao ano, para a família imperial prestar homenagem à memória do Profeta no 15º dia do mês sagrado de Ramadã.

Ao lado das sagradas Salas de Custódia, fica o Dormitório da Câmara Privada, que abriga uma exposição de retratos de 36 sultões. O destaque é uma pintura maravilhosa da Cerimônia de Entronização do Sultão Selim III (1789) por Konstantin Kapidagli.

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Certamente, uma das principais motivações entre os turistas para conhecer o Palácio de Topkapi é conferir as obras que estão sediadas no espaço conhecido como “Sala das relíquias” ou “Sala do manto sagrado”. Esses locais eram protegidos com tanta rigidez quanto a própria vida do sultão.

Segundo estudos, a chave do baú que abrigava o manto do profeta era mantida pelo Sultão e só era aberta no dia 15 do mês do Ramadã a cada ano. Inclusive o sultão usava o apelido de ”Servo e Protetor das relíqiuas sagradas”.

Igualmente, a poeira que se acumulava nas relíquias era coletada, armazenada e misturada com incenso e colocada onde os corpos dos sultões falecidos seriam lavados.

Ainda segundo historiadores, na comemoração do Ramadã, membros da família e da comitiva do sultão vestiam suas melhores vestes e dirigiram-se ao pavilhão para simplesmente beijar o manto através de um pedaço de tecido fino.

Esses patrimônios culturais extremamente raros e importantes estão alojados nas antigas câmaras privadas do sultão, no Terceiro Pátio do palácio. O espaço foi construído pelo arquiteto Sinan sob o reinado do Sultão Murad III. Este mesmo local costumava abrigar os escritórios do Sultão.

Além disso, neste local, encontram-se os mais preciosos e abençoados pertences do profeta Maomé, entre eles, o manto que leva o nome do local que pertenceu ao lider religioso dos muçulmanos.

Vários outros objetos sagrados estão em exibição, como as espadas dos primeiros quatro califas, o cajado de Moisés, o turbante de José e um tapete da filha de Maomé e o braço de João batista, pregador responsável pelo batismo de Jesus cristo.

Já a Câmara de Audiências, também conhecida como Casa das Petições (Arzhane), abriga mais pertences do Profeta Maomé, entre eles: cabelos de sua barba, um selo, uma carta autografada, suas espadas e um arco em seu relicário exclusivo feito por ourives otomanos.

Na Câmara Destimal, encontram-se a Panela do Profeta Abraão, o turbante do Profeta Josué, o Cajado do Profeta Moisés, a Espada do Profeta Davi, pergaminhos pertencentes ao Profeta João. Além desses artefatos, pegadas do Profeta Maomé estão em exibição.

O Sofá Şadırvanlı é a sala onde as chaves da Kaaba e as suas calhas, o invólucro da Pedra Negra (Hacerü’l-Esved), a Porta do Arrependimento e as espadas dos companheiros do profeta estão em exibição.

Há vinte espadas preservadas nas câmaras do manto sagrado, duas das quais se presume terem pertencido aos companheiros do Profeta.

Alem das atrações, outro fator curiososo acerca do local é que o sagrado alcorão é lido 24 horas por dia por um mufti (acadêmico islâmico que possui a capacidade de interpretar a lei islâmica).

Segundo historiadores, essas relíquias chegaram à cidade de Istambul há mais de 500 anos sob o patrocínio do sultão Selim I, pai do sultão Suleyman, o Magnífico, após conquistar o Egito em 1517. Ao observar o valor inigualável do que obtinha, decidiu colocá-los no Palácio de Topkapi.

Quarto pátio

O quarto pátio do palácio é conhecido como “Pavilhão dos felicidade ou alívio”. Neste local, estão o quiosque Mecidiye, que foi construído por Abdül Mecit, tendo como influência os modelos europeus do século XIX. Abaixo está o restaurante Konyalı, que oferece uma vista maravilhosa do terraço.

A alguns passos do quiosque fica o Pavilhão do Médico Chefe. Curiosamente, o médico-chefe sempre foi um dos súditos judeus do sultão. Neste terraço, você também encontrará o Quiosque de Mustafa Pasha, às vezes chamado de Sofá Köşkü.

Subindo as escadas, há uma plataforma com uma piscina decorativa, três pavilhões e o caprichoso İftariye Kameriyesi, uma pequena estrutura encomendada por İbrahim I  em 1640, como um lugar pitoresco para quebrar o jejum do Ramada.

Conhecendo todos os pátios e o Harem, encerra-se o passeio pelo palácio.

Seção dos tesouros.

A “Seção dos tesouros”, também conhecida como “Pavilhão do Conquistador” ou “Quiosque do Conquistador Fatih”, é um dos edifícios mais antigos dentro do palácio. Foi construído em 1460, logo na inauguração do edifício. Essa sessão abriga uma coleção de obras de arte, jóias, relíquias de família e dinheiro pertencentes à dinastia otomana.

O local é constituído por dois pisos elevados sobre um terraço sobre o jardim, construído no topo do promontório sobre uma falésia com uma magnífica vista desde o seu alpendre para o Mar de Mármara e o Bósforo.

Já o andar inferior consistia em salas de serviço, enquanto o andar superior era uma suíte de quatro apartamentos com arcos duplos. Todos os quartos se abrem para o Terceiro Pátio através de uma arcada monumental.

A primeira sala do tesouro abriga uma das armaduras do Sultão Mustafa III, consistindo em uma cota de malha de ferro decorada com ouro e incrustada com joias. Sua espada dourada, escudo e estribos também estão em exibição.
O trono de ébano de Murad IV, incrustado com nácar e marfim, também pode ser encontrado nesta sala. Outras peças incluem várias capas do Alcorão enfeitadas com pérolas pertencentes aos sultões e espelhos incrustados de jóias.

A segunda sala abriga a Adaga Topkapi. O punho dourado é ornamentado com três grandes esmeraldas, encimadas por um relógio de ouro com tampa esmeralda.

A bainha dourada é coberta com diamantes e esmalte. Em 1747, o sultão Mahmud I mandou fazer esta adaga para Nader Shah da Pérsia, mas o Shah foi assassinado em uma revolta antes que o emissário deixasse as fronteiras do Império Otomano. Esta adaga ganhou mais fama como o objeto do roubo retratado no filme “Topkapi”.

No meio da segunda sala, está o trono de nogueira de Ahmed I, incrustado com nácar e casco de tartaruga, construído por Sedekhar Mehmed Agha. Abaixo do baldaquino está pendurado um pendente dourado com uma grande esmeralda.
As próximas exibições mostram os aigretes ostentosos dos sultões e seus cavalos, cravejados de diamantes, esmeraldas e rubis. Uma tigela de jade, em forma de vaso, foi um presente do Czar Nicolau II da Rússia.

A joia mais atraente na terceira sala é o Diamante do Spoonmaker, incrustado em prata e rodeado em duas fileiras com 49 diamantes lapidados. Diz a lenda que este diamante foi comprado por um vizir em um bazar, o proprietário pensando que era um pedaço de cristal sem valor.

Entre as exposições, estão dois enormes castiçais de ouro maciço, cada um pesando 48 kg e montados com 6.666 diamantes lapidados, um presente do sultão Abdülmecid I para a Kaaba na cidade sagrada de Meca. Eles foram trazidos de volta para Istambul pouco antes de o Império Otomano perder o controle sobre o local.

O trono cerimonial de ouro de Bayram, montado com turmalinas, foi feito em 1585 por ordem do vizir Ibrahim Pasha e apresentado ao sultão Murad III. Este trono seria instalado em frente ao Portão da Felicidade em audiências especiais.

O trono do Sultão Mahmud I é a peça central da quarta sala. Este assento folheado a ouro em estilo indiano, decorado com pérolas e esmeraldas, foi um presente do governante persa Nader Shah no século XVIII. Outra exposição mostra o antebraço e a mão de São João Batista (Yahya), colocados em uma capa dourada.

Vários displays mostram uma montagem de armas de pederneira, espadas, colheres, todas decoradas com ouro e joias.

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Ao redor de todo o complexo do Primeiro ao Quarto Pátio estão os jardins externos do palácio. Uma parte dessa área voltada para o mar também é conhecida como Quinto pátio.

Mehmed II também teve três pavilhões, ou quiosques, construídos, dos quais apenas o Quiosque de Azulejos (Çinili Köşkü) sobreviveu. O Pavilhão de Azulejos data de cerca de 1473 e abriga a coleção de cerâmica islâmica dos Museus de Arqueologia de Istambul.

Ao longo da costa, vários pavilhões foram construídos para o deleite do sultão. A maioria dos pavilhões, juntamente com algumas das paredes e portões à beira-mar, foram destruídos quando as linhas ferroviárias que conduzem à estação ferroviária de Sirkeci foram construídas no final do século XIX.

Localizado próximo ao Primeiro Pátio em direção à cidade fica o Parque Gülhane, o antigo jardim imperial de rosas, que pertencia ao complexo maior do palácio. Este parque está aberto ao público.

Outra característica que chama atenção no palácio são as suas árvores.

As árvores do complexo do Palácio de Topkapi são notáveis, pois muitas foram vítimas de um fungo que cavou completamente seus troncos ao longo dos séculos. Mesmo assim, elas sobrevivem e permanecem de pé. Em outros casos, duas árvores de um tipo diferente cresceram e se fundiram, como uma figueira que cresceu no oco de outra árvore e efetivamente enxertada nela. Esse fenômeno pode ser visto no segundo pátio.

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Confira algumas informações sobre esse artefato histórico e saiba como podemos ajudá-lo a conhecê-lo em sua próxima viagem a Turquia:

João Batista foi um pregador. Seu feito mais importante foi o batismo de Jesus Cristo. Já segundo a crença islâmica, foi filho de Zacarias, cunhado da Maria, a Mãe de Jesus.

Segundo a história, João nasceu milagrosamente, pois tanto a sua mãe como o seu pai já possuíam idade elevada e não tinham mais condições físicas para ter um novo filho. Ele cresceu junto a Maria, no mesmo templo onde Zacarias era o líder dos rabinos. Além disso, Maria dedicava sua obra a esse templo. Neste período, João cuidou de Maria enquanto permanecia isolada no nicho do local. Devido a sua presença frequente em torno da vida de sua amiga, ele também acabou acompanhando sua gravidez através de uma intervenção divina.

Já na fase adulta, posicionou-se contra Herodes, rei judeu da cidade de Jerusalém que se tornou famoso devido as suas crueldades. Herodes era louco e tinha desejos obscenos de se casar com a sua própria prima. A mãe da menina também estava de acordo com o casamento, pois isso poderia trazer algum benefício a sua família. João Batista chegou a tentar corrigi-la, mas de nada adiantou. Além disso, Herodes mandou assassinar parentes próximos que tentaram o advertir sobre seus hábitos. Sendo assim, como um profeta representante de Deus, não conseguiu ficar quieto diante de tantos erros e pecados cometidos ao seu redor, e tomou uma posição radical para defender a sua fé.

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Em determinada noite, quando Herodes já estava bêbado, João tentou alertar a prima do rei sobre o casamento indevido e sobre as possíveis consequências que poderiam cair sobre ela caso concretizasse tal pecado. No entanto, a mãe da moça sentiu-se incomodada e denunciou João ao rei.

Sob vias normais, o rei não teria tomado nenhuma decisão cruel contra João, pois ele era muito respeitado e amado pelo povo e possuía enorme influência local. No entanto, devido ao seu estado de embriaguez e sob influência da mãe da moça, Herodes mandou um soldado degolar o pregador.

Durante a execução, os braços, pernas e todas as partes de seu corpo foram desmembradas. Além disso, o rei mandou espalhar os órgãos cortados do corpo de João em diversos cantos do império Romano como prova de poder das autoridades diante de possíveis revoltas.

Segundo relatos, o braço de João Batista chegou até a Constantinopla e foi exposto durante todo o período pagão do império. Sua cabeça foi levada para Damasco, na atual Síria.

No entanto, após o império Romano aderir o cristianismo como religião oficial, o imperador Justiniano reconheceu João Batista como uma pessoa sagrada por ter sido responsável pelo batismo de Jesus cristo, e ordenou que fosse feita uma homenagem ao pregador — uma proteção de ouro para o seu braço sagrado. Essa obra foi preservada na igreja de Santa Sofia como relíquia.

Após a conquista de Constantinopla pelos muçulmanos, em 1453, o Sultão Fatih entrou em Santa Sofia, notou essa relíquia e se interessou por sua história, solicitando que o artefato fosse preservado em seu próprio palácio.

Assim como João Batista é considerado pelos cristaos como um homem santo por ter sido responsável pelo batismo de Jesus Cristo, os muçulmanos o consideram como um profeta islámico, cujo nome é citado no Livro Sagrado — o Alcorão.

No alcorão, João é mencionado como uma pessoa valiosa e nunca foi dado o seu nome para alguém antes dele.

Atualmente, o braço está exposto no museu do Palácio de Topkapi, no setor Has Oda, junto com as relíquias do Profeta Maomé.

Como Guia na Turquia poderia me ajudar a conhecer o Braço de João exposto no Palácio de Topkapi?

Participando de nossos pacotes mais populares como “7 dias pela Turquia” e “11 dias pela Turquia”, você terá a chance de conferir o incrível palácio e esse artefato histórico. Ao contratar os nossos serviços, terá o apoio de um guia fluente em português, que irá explicar detalhadamente os principais pontos da atração.

Igualmente, nós fornecemos todos os serviços necessários para sua viagem no país, entre eles: hospedagem, emissão de bilhetes aéreos, transfer, intérpretes, guias privados e muito mais.

Detalhes
Endereço
Babıhümayun Caddesi, 0212–512 0480.

Horário de funcionamento
Das 9h às 18h45 de quarta a segunda abr-set, às 16h45 out-mar, última entrada 45 minutos antes do fechamento.

Preço

Entrada para adultos — ₺100 (liras turcas);
Crianças até 8 anos — entrada franca;
Harém — ₺42 (liras turcas).

Para reservas, dúvidas e mais informações, entre em contato:

E-mail: turquiaguia@gmail.com

Whats-app:

Sra. Jéssica: +55 11 96042–9034

Sra. Fabiana : +55 11 95463–9659

www.guianaturquia.com

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Foi construido pouco tempo depois da conquista da Constantinopla, 1453 por ordem do sultão Mehmet II, conhecido pelo seu apelido de ‘Fatih’ significa ‘Conquistador’.

Em 1964, foi filmado o filme de ‘Topkapi’ foi filmado sobre este lugar, de um bando de ladrões tentando roubar uma adaga de Esmeralda do Sultão que ainda está exposta neste museu. Melina Mercorui e Maximilliano estavam no elenco deste filme que deu muita inspiração para muitos outros posteriores.

É o museu mais visitado do país, que anualmente recebe por volta de 6 milhões de turistas do mundo inteiro. Este resultado é criado por dois motivos principais, além dos seus jardins bonitos: Primeiramente as heranças dos profetas antigos estão guardados e expostos neste palácio. O osso de mão esquerda do São João Batista, A espada de David, O cajado de Moisés, a marca do pé do profeta, e ainda o manto dele estão na lista da coleção das Relíquias.

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Famoso Pierre Cardin analizando Kaftan do Sultão Murat 3 no palácio de Topkapi em 1972.

O segundo motivo é com certeza as coleções valiosas das riquezas, como as joias imperiais, e a coleção de armas. Entre elas, O diamante Kasikci, de 86 quilates e 40 brilhantes á sua volta é destaque do museu.

A parte do harem é um outro museu dentro do museu de Topkapı. Se você quiser visitar , saiba que tem que compra um outro ingresso antes.

Vale contratar um guia particular, porquê muitas coisas vão chamar a sua atenção e com calma e acaba sendo melhor para aprecisar a cultura nomádica dos turcos ottomanos.

Entre em contato conosco para aproveitar o nosso serviço: turquiaguia@gmail.com

Veja o site oficial do museu de Topkapi: 
https://www.topkapisarayi.gov.tr/

Para quem quiser, está disponível da coleção das reliquias com a tecnologia de 360 graus, confira: 
https://www.360tr.com/34_istanbul/kutsalemanet/english/

A entrada da área do museu, o segundo portão do palácio. A entrada custa 100 liras turcas

Quer visitar esse lugar? Então nos mande um e-mail e vamos organizar a sua viagem : turquiaguia@gmail.com

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